Máxima:°
Mínima:°

Chuva: %

BUSCAR.
 
ENCONTRE:
com a palavra
com a palavra
com a palavra
ENCONTRE:
ENCONTRE:
palavra-chave
ENCONTRE UM ENDEREÇO:
Não digite "Rua", "Avenida", "prof.", "Dr." etc.
Digite parte do nome da rua. Ex.: para "Artur de Azevedo" digite apenas "Azevedo".
RUA/AVENIDA:
Nº:

Para navegar, clique nas fotos pequenas nas laterais. A imagem selecionada aparece maior, no centro da tela


<h1>Mercado Municipal</h1>
<p><br />
A foto ao lado mostra trabalhadores que ergueram o Mercado Municipal Paulistano entre 1926 e 1932 e foi tirada no fim da obra, no ano anterior à inauguração. 'O autor do projeto é Felisberto Ranzini, chefe do departamento de desenho arquitetônico do escritório de Ramos de Azevedo', conta o artista plástico Dario Bueno. Usando técnicas de plotagem e ampliação, Bueno criou vinte painéis com base em fotografias e documentos paulistanos das décadas de 10 a 50. Eles integram a exposição <i>A São Paulo de Ramos de Azevedo e Felisberto Ranzini</i>, em cartaz no mezanino do Mercado Municipal até o próximo domingo (16/08/2009).  


<br />
</p>

<h1>Yolanda Penteado </h1>
<p><br />
Além de Pai da Aviação, Alberto Santos Dumont (1873-1932) é considerado um dos primeiros designers do país. Projetou aviões, balões, sua casa, seus móveis e o chamado conversor marciano. Na foto acima, de 1928, a socialite Yolanda Penteado experimenta o invento que, ligado a esquis, auxiliaria em locomoções na neve. 'O nome veio de um livro de H.G. Wells, que dizia que os marcianos se moviam por vai-e-vem, como o movimento produzido pela máquina que ele criou', conta o artista plástico Guto Lacaz, que concebeu a exposição <i>Santos = Dumont Designer</i>. 


<br />
</p>

<h1>Primeira enfermeira-chefe</h1>
<p><br />
A história do Hospital Allemão — hoje Hospital Alemão Oswaldo Cruz — começou em 1897, quando um grupo de germânicos, austríacos e suíços realizou um bazar para arrecadar fundos destinados à construção de um centro médico. Em 1905 foi comprado o terreno onde seria construído o prédio que ficou pronto em 1923. Para trabalhar ali, recrutaram enfermeiras da Cruz Vermelha Alemã. É o caso de Marga Kasig (ao centro), primeira enfermeira-chefe.
<br />
</p>

<h1>Paredes perfuradas na Igreja Nossa Senhora da Glória</h1>
<p><br />
  A cidade, então com 500 000 habitantes, despertou em clima de guerra no dia 5 de julho de 1924. Lojas foram saqueadas e tiros disparados. Era a Revolução Paulista, insurreição contra o presidente Arthur Bernardes. As tropas do governo federal revidaram e, nos 23 dias de fogo cruzado, foram registradas 503 mortes e mais de 5 000 pessoas ficaram feridas. A foto, que mostra a Igreja Nossa Senhora da Glória, no Cambuci, com as paredes perfuradas pelos bombardeios, integra o livro <em>O Cambuci Outrora e Agora,</em> do médico Henrique Walter Pinotti. Na obra, ele narra a história do bairro onde nasceu e lembra alguns conhecidos moradores dali, como o pintor Alfredo Volpi, o ex-presidente Jânio Quadros e o ex-ministro Delfim Netto. "Trabalhei quase quatro anos na pesquisa", conta Pinotti, que em 1985 foi um dos médicos de Tancredo Neves durante a longa agonia que levou o presidente eleito à morte.<br />
</p>

<h1>Palacete Santa Helena</h1>
<p>Era no Palacete Santa Helena que ficavam os ateliês de artistas como Alfredo Volpi, Francisco Rebolo e Fulvio Pennacchi. Inaugurado em 1925, o prédio é considerado o primeiro multifuncional de São Paulo. Abrigava um cineteatro, um cinema, lojas e escritórios, o que exigia sistemas de ventilação e iluminação bastante modernos para a época. A foto acima, que mostra o interior do imponente teatro em estilo art nouveau, é uma das imagens que integram o livro <em>Palacete Santa Helena — Um Pioneiro da Modernidade em São Paulo</em>. O edifício foi demolido em 1971 para a construção da Estação Sé do metrô.
<br />
</p>

<h1>Restaurante só para mulheres</h1>
<p>No início do século XX, moças que freqüentavam bares e restaurantes desacompanhadas não eram bem-vistas. Para atendê-las, a Liga das Senhoras Católicas implantou, em 1926, um restaurante popular que funcionou até 1999 debaixo do Viaduto do Chá. A foto acima mostra a sede provisória ocupada em 1946, na Bela Vista, quando o prédio original passava por reforma. Em tempo: desde 10 de dezembro de 2007, a Liga das Senhoras Católicas se chama Liga Solidária.
<br />
</p>

<h1>Casa Santa Luzia</h1>
<p><br />
  Em 1926, quando foi fundada pelo português Daniel Lopes, a Casa Santa Luzia ficava na esquina da Rua Augusta com a Oscar Freire. Na época, as compras dos clientes mais fiéis eram anotadas em uma caderneta e pagas no fim do mês. Em 1981, a loja se mudou para a Alameda Lorena, também nos Jardins, e atualmente recebe 4 000 pessoas por dia. Cerca de sessenta paulistanos — em sua maioria, descendentes dos primeiros fregueses — ainda compram no esquema da “caderneta”, hoje informatizada.<br />
</p>

<h1>Alô, telefonista?</h1>
<p>A telefonia comercial começou a funcionar em São Paulo em 1884. Durante décadas, desde então, era impossível fazer ligações sem passar por uma telefonista. Os paulistanos tinham de acionar a manivela do telefone e informar o número que desejavam chamar (três ou quatro algarismos). Mais tarde, desapareceu a manivela — mas o serviço ainda continuou manual. Esta foto foi tirada em 1928, ano em que se instalaram as primeiras estações automáticas. As telefonistas foram rareando, até que, em 1965, sumiram dos quadros de funcionários da então Companhia Telefônica Brasileira em São Paulo.</p>
<p> <a href='http://vejasaopaulo.abril.com.br/materias/m0136865.html' target='_blank'>>>Teste: A central telefônica 156 da prefeitura funciona?<br />
</a></p>

<h1>Kopenhagen</h1>
<p>Depois de trabalhar como pedreiro e revender balas pelas ruas da cidade, o imigrante lituano David Kopenhagen decidiu comercializar marzipãs feitos por sua mulher, Anna. Assim, em 1928, nascia a primeira Kopenhagen, nos fundos de uma casa em Pinheiros. No ano seguinte, o casal abriu uma loja própria, no centro. Hoje há 84 em São Paulo e 231 no país. A foto mostra enfeites montados com doces e expostos durante as comemorações do quarto centenário paulistano, no Ibirapuera. Integra o livro <i>Kopenhagen – Marca para Sempre</i>, da editora Arx.<br />
</a></p>

<h1>Futuras Enfermeiras</h1>
<p>Os primeiros cursos de enfermagem da cidade surgiram no Hospital Samaritano, inaugurado em 1894 em Higienópolis. As futuras enfermeiras viviam sob uma rígida disciplina. Moravam no hospital e tinham apenas um dia de folga por mês para visitar a família. A foto, da década de 20, mostra o terraço do dormitório principal. Com ampla vista para uma então bucólica região do Pacaembu, era um dos locais preferidos pelas estudantes para descansar. Elas ainda contavam com duas opções de diversão para os momentos de folga: um piano na sala e, a partir de 1925, um aparelho de rádio.<br />
</a></p>

<h1>Revolução de 1924</h1>
<p>Foram 24 dias que abalaram São Paulo. De 5 a 28 de julho de 1924, a cidade virou o front da Revolução de 1924, insurreição de um grupo de tenentes contra o presidente Arthur Bernardes. Saques, tiros e bombardeios aéreos em bairros como Brás e Mooca levaram ao confronto 7 000 rebeldes, como os da foto acima, contra 18 000 soldados governistas.<br />
</a></p>