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<h1>Ponte aérea Rio-São Paulo</h1>
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Nos anos 50, os passageiros podiam esperar pelo embarque ao ar livre no Aeroporto de Congonhas, como registrou a família Arcocha na foto acima. Em 1959, nasceu ali a ponte aérea Rio-São Paulo, que completa cinquenta anos neste mês. Para reduzirem a concentração de voos em alguns horários e a escassez em outros, as companhias que operavam a rota fizeram um acordo comercial. As partidas passaram a ser escalonadas. Bastava que o viajante pagasse um preço de tabela, fizesse o check-in e entrasse no próximo avião disponível. Com a liberação das tarifas, há dez anos, a regra caiu. Mas a linha continua concorridíssima e o nome ficou. São 885 partidas semanais, com média de sete voos por hora.<br />
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<h1>Fourtunée David Cantez</h1>
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A francesa Fourtunée David Cantez mudou-se para São Paulo em meados da década de 40. Empreendedora, abriu o extinto bar Symphonie, na então elegante Avenida São João. Ali, ela conheceu seu futuro marido, o parisiense Roger Henry (1901-2005). Em 1954, o casal <i>(acima)</i> fundou o restaurante La Casserole, no Largo do Arouche, que permanece uma referência da boa mesa. Com o apelido de Madame Touna, Fourtunée passou o comando do negócio à filha, Marie-France, em 1987. Aposentada, ela ia ao Casserole todas as noites. Sua mesa cativa era a 21, na qual costumava saborear steak tartar na companhia de uma taça de champanhe. Fourtunée Henry, homenageada como personalidade gastronômica por VEJA SÃO PAULO em 2007, morreu no dia 15/07/2009, aos 87 anos.<br />
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<h1>Osvaldinho da Cuíca</h1>
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Nascido no Carnaval de 1940, o paulistano Osvaldinho da Cuíca começou a dedicar sua vida ao samba na adolescência, tocando em cordões como o Garotos do Tucuruvi. Batucava em bares, clubes e ruas, como nesta foto de 1958 em que o músico <i>(à dir.)</i> aparece ao lado do paulistano Germano Mathias <i>(no centro)</i> e do carioca Padeirinho da Mangueira. Além de tocar com mestres como Adoniran Barbosa, Osvaldinho compôs sambas-enredo, fundou alas e tornou-se um respeitado pesquisador no ritmo do estado. Essa história foi contada por ele próprio, hoje com 69 anos, e pelo crítico e historiador André Domingues no livro <i>Batuqueiros da Paulicéia</i>, da editora Barcarolla.<br />
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<h1>Marcos Rey</h1>
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Era no Rio Tietê, limpo e navegável nesta foto de 1952, que Edmundo Donato <i>(à direita)</i> e seu amigo Cláudio Curimbaba remavam, vez por outra, quando davam um tempo na boemia da noite paulistana. Donato lançaria, no ano seguinte, <i>Um Gato no Triângulo</i>, o primeiro dos mais de quarenta livros com o pseudônimo com que faria fama: Marcos Rey. O corretor de imóveis Curimbaba, por sua vez, seria a inspiração de um dos seus maiores sucessos, <i>Memórias de um Gigolô</i>. Além de ultrapassar a marca de 5,5 milhões de exemplares vendidos, Rey se destacou como um dos cronistas da última página de <i>Veja São Paulo</i>, com 175 textos publicados em sete anos. O dia 1º de abril de 2009 marca o aniversário de dez anos da morte de um dos grandes escritores que a cidade já teve. para celebrar a data, algumas editoras programaram relançamentos de suas obras, como a Global Editora, que leva às livrarias <i>Esta Noite ou Nunca</i> e <i>A Última Corrida</i>. <br />
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<h1>Cine Riviera</h1>
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Antigos moradores do Cambuci se lembram da época em que o número 1108 da Avenida Lins de Vasconcelos era ocupado pelo Cine Riviera, inaugurado em 1952. 'Ali passavam os sucessos do Mazzaropi, da Disney e de Jerry Lewis, simultaneamente às salas do centro', lembra o crítico Celso Sabadin, criado no bairro. Nos anos 80 o cinema virou templo da igreja Renascer em Cristo, aquele cujo teto desabou em janeiro, matando nove pessoas. Agora a Associação de Preservação do Cambuci e Vila Deodoro faz um abaixo-assinado para que o terreno dê lugar a um cineclube e ao Museu do Cinema Antônio Vituzzo, com o acervo de 15 000 peças antigas de um cinéfilo local. <br />
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<h1>Edifício Bretagne</h1>
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Erguido na década de 50 em um terreno de 4 000 metros quadrados na Avenida Higienópolis, o Edifício Bretagne apresentava opções de lazer então raras aos moradores de condomínios da época. Um belo jardim, piscinas, salão de chá, sala de música, bar americano e área com brinquedos para crianças eram seus diferenciais. Isso tudo, aliado ao estilo do arquiteto que o projetou, João Artacho Jurado (1907-1983), colocou o prédio na rota de personalidades estrangeiras que visitavam a cidade. Em 1958, estiveram ali o ator americano Leonard Franklin Slye – que interpretava o caubói Roy Rogers – e a miss Estados Unidos Eurlyne Howell (à dir. na foto). As imagens integram o livro Artacho Jurado – Arquitetura Proibida, de Ruy Eduardo Debs Franco, lançamento da editora Senac.<br />
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<h1>Biblioteca Monteiro Lobato</h1>
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Considerada a mais antiga biblioteca infantil em funcionamento no país, a Monteiro Lobato foi inaugurada em 1936. Depois de ocupar dois endereços provisórios, mudou-se para sua sede definitiva, na Vila Buarque, em 1950 (a foto acima é de 1952). Atualmente, abriga 53 000 títulos, além de um acervo com 4 500 peças – objetos pessoais, documentos, livros e móveis – que pertenceram ao escritor Monteiro Lobato (1882-1948).<br />
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<h1>Cantina II Cacciatore</h1>
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  Nascido na Lombardia, o cozinheiro Pietro Caccia resolveu, em busca de uma nova vida, mudar-se da Itália devastada pela II Guerra. Ao chegar a São Paulo, em 1948, passou a trabalhar na mansão de uma família de industriais. Ali repetia os pratos que fazia para nobres em um castelo de Varese, no norte de seu país. Quatro anos depois, deixou o emprego para abrir seu próprio negócio: a cantina <a href='http://vejasaopaulo.abril.com.br/restaurantes/est0100963.html?enderecoID=9f057de25e130110VgnVCM1000000b0417ac____&servicoID=60157de25e130110VgnVCM1000000b0417ac____' target='_blank'>II Cacciatore</a>, que até hoje funciona no Bixiga. A foto mostra a fachada do restaurante em 1960, antes de passar por uma grande reforma. Desde a morte do patriarca, em 1972, a casa é dirigida por um de seus filhos, Gian Franco Caccia.<br />
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<p><a href='http://vejasaopaulo.abril.com.br/revista/vejasp/edicoes/2027/m0138747.html' target='_blank'>>>As melhores cantinas de São Paulo </a></p>

<h1>Olha o leite!</h1>
<p>Ainda não havia leite no saquinho (de 1968), muito menos na caixinha (de 1972, mas popularizado quase duas décadas depois). Ordenhadas na hora, cabras (como nesta foto, do início dos anos 50) e vacas circulavam pelas ruas da cidade até a metade do século XX. Os vendedores, em grande parte imigrantes portugueses, usavam cornetas e buzinas para atrair a freguesia, que trazia suas próprias leiteiras e galões. “Acredito que ainda exista gente comercializando leite assim na periferia”, diz João Castanho Dias, autor do livro <em>500 Anos de Leite no Brasil</em>, da editora Calandra.</p>

<h1>Ladeira do Piques</h1>
<p>Quem desce a Rua da Consolação em direção à Estação Anhangabaú do metrô atravessa um caminho histórico: a antiga Ladeira do Piques. Hoje chamada de Quirino de Andrade, a rua foi passagem de tropeiros vindos de Sorocaba no século XIX. Ela abriga o mais antigo monumento de São Paulo, o Obelisco do Piques, de 1814. Quando foi clicada, em 1951, era ponto de encontro de lambe-lambes, poetas e intelectuais.</p>

<h1>O primeiro sabão em pó brasileiro</h1>
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  Chamava-se Rinso (“o sabão que lava mais branco”) o primeiro sabão em pó brasileiro, que começou a ser fabricado em 1953, na Vila Anastácio, Zona Oeste. Seu preço era maior que o do sabão em pedra comum, e as consumidoras não acreditavam em suas propriedades de limpeza. Por isso, representantes da Irmãos Lever, empresa que lançou a novidade, batiam de porta em porta e se ofereciam para fazer uma demonstração no tanque da própria dona-de-casa.
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<h1>Paulo Autran em cena</h1>
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  Escrita pelo inglês Noel Coward, a comédia <em>Uma Mulher do Outro Mundo</em> ganhou o palco do Teatro Brasileiro de Comédia (TBC) em 1954, sob a direção de Adolfo Celi. Paulo Autran, então com 32 anos, era disputado por duas beldades da época: as atrizes Célia Biar, morta em 1999, e Tônia Carrero (à dir.). Esta e outras 126 imagens fazem parte da fotobiografia<em> Paulo Autran — Sem Comentários</em>, Editora CosacNaify. <br />
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<p><a href='http://vejasaopaulo.abril.com.br/revista/vejasp/edicoes/1969/m0100663.html' target='_blank'>>>O rei dos palcos: a história de Paulo Autran</a></p>

<h1>A família que trouxe a pizza margherita para São Paulo<br />
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<p>Em 1956, o napolitano Francesco Tarallo emigrou para cá com o filho Giovanni, em busca de uma vida nova. Poucos meses depois, sua mulher, Speranza, desembarcava com o outro filho do casal, Antonio, para se estabelecerem definitivamente em São Paulo. Os Tarallo abriram, em 1957, a pizzaria A Esperança, no Brooklin. No ano seguinte, passaram o negócio adiante e inauguraram a famosa <a href='http://www.pizzaria.com.br/' target='_blank'>Speranza</a>, no Bixiga. Ficaram conhecidos por trazer à cidade a pizza margherita. Na foto, Francesco (morto em 1967) está ao lado de seu filho Antonio (à esq.), que cuidou pessoalmente da casa até a morte, em 2006, aos 65 anos.<br />
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<p><a href='http://vejasaopaulo.abril.com.br/revista/vejasp/edicoes/2027/m0138788.html'>>>As melhores pizzas de São Paulo<br />
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<h1>A construção do Autódromo de Interlagos</h1>
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  Para a construção do Autódromo de Interlagos, em uma área de 1 milhão de metros quadrados, cheia de mato e desocupada, foram utilizados 7200 metros cúbicos de pedra, 435 toneladas de asfalto e 135 quilômetros de arame farpado. Inaugurado em maio de 1940, o circuito tornou-se o centro do automobilismo paulistano. Durante um bom tempo, aficionados se amontoavam ao redor da pista para acompanhar as corridas. Na foto, carros e torcedores assistem à quarta edição das Mil Milhas Brasil, prova disputada em 21 de novembro de 1959 e vencida pela dupla de pilotos gaúchos Catharino Andreatta e Breno Fornari. Eles levaram 16 horas, 22 minutos e 38 segundos para completar as 210 voltas, com uma média de 98 quilômetros por hora.<br />
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<h1>Alagamentos</h1>
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  Uma enchente castigou São Paulo em fevereiro de 1958. Esta foto, que integra o livro <em>Bonde — Saudoso Paulistano</em>, de Fernando Portela (Editora Terceiro Nome), mostra a Rua da Cantareira, no centro. Alagamentos são um problema quase tão antigo quanto a cidade. “Em 1556, após uma tempestade enorme, o padre José de Anchieta comentou em uma carta que, por pouco, a Vila de Piratininga não foi arrasada”, conta Augusto José Pereira Filho, chefe da estação meteorológica do <a href='http://www.iag.usp.br/' target='_blank'>Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP</a>. <br />
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<h1>Paróquia de São Judas Tadeu</h1>
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Fundada em 25 de janeiro de 1940, no bairro do Jabaquara, a Paróquia de São Judas Tadeu é a mais antiga igreja latino-americana dedicada ao santo. Acredita-se que, graças a ela, a devoção a São Judas, considerado o padroeiro das causas desesperadas, tenha se disseminado por todo o Brasil. Seu primeiro vigário, o padre João Buscher, não se cansava de propagandear os milagres e, com isso, arrebanhava fiéis. A foto integra o recém-lançado livro <em>A Casa do Santo & O Santo de Casa</em>. Ela mostra como, já nos anos 50, era grande o número de freqüentadores da igreja.</p>
<p> <a href='http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/igrejas_barrocas/' target='_blank'><br />
>>Descubra curiosidades de igrejas do centro da cidade</a><br /></p>

<h1>Lorenzetti</h1>
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  Fundada em outubro de 1923, no bairro da Mooca, por uma família de imigrantes italianos, a Lorenzetti fabricou disjuntores, interruptores e soquetes, entre outros materiais elétricos, até encontrar o nicho que a tornou mais conhecida: os chuveiros. Esta foto foi tirada na década de 50 e mostra uma seção da empresa operada somente por mulheres — que eram mais de 30% dos cerca de 1 000 funcionários da fábrica na época. A elas cabia o trabalho mais leve, como o encaixe de parafusos, placas e anéis nas peças.
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<h1>Fenit</h1>
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  Há cinqüenta anos, o empresário Caio de Alcantara Machado concretizava sua idéia de criar a primeira feira de negócios do país. Nascia a Fenit, dedicada à indústria têxtil. Durante quinze dias, cerca de 8500 pessoas visitaram os estandes de 97 expositores no Parque do Ibirapuera. Desde 1971, o evento ocorre no Anhembi, inaugurado um ano antes graças ao próprio Caio, como todos o chamavam.
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<h1>Wilson Fittipaldi</h1>
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O ano era 1951. São Paulo recebia sessenta pilotos de todo o Brasil para o 2º Grande Prêmio Automobilístico Getúlio Vargas. Uma das promotoras da corrida de rua era a Rádio Panamericana, a futura Jovem Pan, que transmitiu a prova da própria estrada - e vai lançar o livro <i>Sete Capítulos e Uma Grande História</i>, com imagens como esta. Diante de um dos carros está Wilson Fittipaldi, o Barão, locutor da emissora paulistana entre 1948 e 1985. Aos 31 anos (hoje ele tem 88), era pai dos futuros pilotos de Fórmula 1 Emerson e Wilsinho. Só anos mais tarde, em 1972, a capital paulista receberia seu primeiro GP de Fórmula 1. 
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<h1>Teatro de Arena</h1>
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Um dos cenários da efervescência cultural da São Paulo dos anos 50 e 60, o Teatro de Arena se preparava, em 1958 (acima), para a estréia da peça <i>Eles Não Usam Black-Tie</i>, sucesso de Gianfrancesco Guarnieri. Cinqüenta anos e dois fechamentos depois, a histórica e desconfortável casa de espetáculos do centro - rebatizada Teatro de Arena Eugênio Kusnet (Tel: 3256-9463) - reabre as portas para o público na sexta, dia 28 de novembro de 2008, com uma nova montagem de <i>Chapetuba Futebol Clube</i>, de Oduvaldo Vianna Filho, que foi exibido pela primeira vez logo depois de Black-Tie. 'É uma alegria voltar ao Arena, agora reformado, e com uma história tão atual', diz o diretor José Renato, fundador do teatro, em 1953, e ator na versão de Chapetuba em 1959.  <br />
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<h1>Capela do colégio Sion</h1>
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Construído no bairro de Higienópolis em 1901, o colégio católico Sion inaugurou esta capela projetada por Ramos de Azevedo cinqüenta anos depois. Na abertura, seus 350 assentos foram ocupados por alunas em uniforme colegial de gala - vestido branco e véu de seda - e freiras em trajes negros (na foto, concentradas nas laterais). Depois de 33 anos restrito a missas, este ambiente neoclássico foi liberado pela Cúria Metropolitana para voltar a receber casamentos a partir deste sábado (29), a pedido do ex-aluno Gabriel da Silva Caso. A notícia correu de boca em boca e já há sessenta enlaces agendados para 2009. 'E temos seis reservas para 2010', diz Martha Dias, secretária do ensino médio da escola. 

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<h1>Jayme Monjardim Matarazzo</h1>
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O bebê que comemora 1 ano na foto acima é Jayme Monjardim Matarazzo, diretor de novelas e da minissérie <i>Maysa – Quando Fala o Coração</i>, em exibição na Rede Globo. 'A festinha aconteceu em 1957 na casa da Rua Rego Freitas onde moravam meus avós maternos', diz Monjardim. Quem segura o aniversariante é o avô Alcebíades Monjardim, de origem capixaba e marido da italiana Inah Figueira Monjardim, que aparece no canto esquerdo da foto, ao lado da filha cantora. À direita, de camiseta branca, está seu pai, André Matarazzo Filho, que morreu em 1964. A avó paterna, Amália Cintra Ferreira (com lenço no pescoço), casou-se com Andrea Matarazzo, que não aparece no retrato da família. 'Amália era filha de fazendeiros, e seu casamento com Andrea foi o primeiro entre uma tradicional família quatrocentona paulista e a emergente família italiana Matarazzo', conta o escritor Ronaldo Costa Couto, autor dos livros <i>Matarazzo – A Travessia</i> e <i>Matarazzo – Colosso Brasileiro</i>.



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<h1>João Carlos Martins</h1>
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Em 1954, um pianista de 13 anos estreou para o grande público do extinto Teatro Colombo, no Brás, executando peças de Bach, Haydn e Chopin. João Carlos Martins cresceu, ganhou o mundo e, devido a alguns acidentes com as mãos, trocou há cinco anos o piano pela função de maestro. Hoje, aos 68 anos, o regente das orquestras Bachiana Filarmônica e Bachiana Jovem é tema do livro <i>João Carlos Martins</i>, fotobiografia da Parágrafo Editorial com 102 fotos.</i>



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