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<h1>Mug</h1>
<p>Um curioso boneco de pano aparece no documentário <i>Simonal – Ninguém Sabe o Duro que Dei</i>, em cartaz nos cinemas. Batizado de Mug, o bichinho, uma brincadeira criada por um grupo de amigos, ganhou aura de amuleto nas mãos de cantores como Wilson Simonal (1939-2000) e Chico Buarque. 'Foi uma febre, mas durou pouco: só uns quatro ou cinco meses de 1966', diz um dos idealizadores, Horácio Berlinck Neto, à época produtor do programa de TV <i>O Fino da Bossa</i>. 'Faltou estrutura mercadológica, não ganhamos um tostão com aquilo.' Entre as peripécias atribuídas ao Mug estariam a autoria do texto de contracapa do LP <i>Vou Deixar Cair...</i> (1966), de Simonal <i>(foto)</i>, e a inspiração para a composição de <i>A Banda</i>, o primeiro grande sucesso de Chico. No ar desde maio, o blog bonecomug.blogspot.com, lançado pelo empresário João Leão Filho, pretende resgatar essas e outras histórias em torno do boneco. Filho do produtor musical João Evangelista Leão (1939-1997), outro dos pais do Mug, o blogueiro tem até hoje o seu boneco. 'Não o vendo por dinheiro nenhum', diz.

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<h1>Yolanda Figueiredo</h1>
<p>Ter aberto as portas do golfe para as mulheres brasileiras foi apenas uma das proezas de Yolanda Figueiredo, a Pee-Wee <i>(ao lado, no São Paulo Golf Club, em 1965)</i>. Dona de dois títulos sul-americanos como jogadora e de doze como capitã, ela comandou por quarenta anos a seleção brasileira. Yolanda entrou para a história por ser mãe do renomado marchand Paulo Figueiredo, que morreu de câncer em 2006, e por ter criado, aos 60 anos de idade, a Casa Cor, o maior evento de decoração das Américas. Aos 83 anos, ela lança a biografia <i>Yolanda Figueiredo, Uma Vida de Fé, Ética e Muito Bom Humor</i>, lançamento da Egom Editora escrito pela jornalista Marcela Matos. </p>

<h1>Roberto Carlos</h1>
<p>A estreia do programa dominical de TV Jovem Guarda, em 1965, não foi responsável apenas pela mudança do Rio de Janeiro para São Paulo do seu apresentador, o cantor Roberto Carlos. Exibida ao vivo do estúdio da Record na Rua da Consolação, onde hoje está a loja de lustres Yamamura, a atração passou a congestionar a via. 'Centenas de fãs se aglomeravam para cantar as músicas do Rei', lembra Solano Ribeiro, um dos produtores do programa. Além de Erasmo Carlos e Wanderléia, Roberto recebia ícones da época, como a banda Jet Black’s (na foto, em 1966).<br />
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<h1>Indústria de pianos Fritz Dobbert</h1>
<p>Fundada em 1950, na Rua Coronel Xavier de Toledo, no centro, a indústria de pianos Fritz Dobbert começou com 25 funcionários e uma produção de pouco mais de cinqüenta instrumentos por ano. Quando a foto acima foi tirada, em 1965, a fábrica comemorava resultados bem melhores: seus 300 empregados faziam, anualmente, 1 680 instrumentos. Em 1969, a sede da empresa mudou-se para o bairro de Pirituba, onde funciona até hoje em uma área de 27 500 metros quadrados.<br />
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<h1>Jogos Industriários do Sesi (Jois) <br />
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<p>Até o início dos anos 70, os desfiles de abertura dos Jogos Industriários do Sesi (<a href='http://www.sesisp.org.br/home/2006/esportelazer/jois.asp' target='_blank'>Jois</a>) reuniam milhares de paulistanos no Vale do Anhangabaú (a foto acima é de 1960). Era uma festa que atraía políticos, empresários, industriais e operários. Na época, ela coincidia com o 1º de Maio e servia como comemoração do Dia do Trabalho. Os Jois estão entre as maiores competições esportivas amadoras da América Latina.</p>

<h1>A Apae e a I Feira da Bondade<br />
</h1>
<p>Em 4 de abril de 1961, doze famílias de crianças portadoras de síndrome de Down fundaram a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (<a href='http://www.apaesp.org.br/apaesp/script/templates/GCMRequest.do?page=1' target='_blank'>Apae</a>) de São Paulo. Cinco anos depois, em busca de recursos para a construção de uma sede própria, a Apae promoveu a I Feira da Bondade. Na foto, a fundadora Jô Clemente e o então prefeito de São Paulo, brigadeiro Faria Lima (à dir.), descerram a faixa de abertura do evento. Durante a solenidade, o prefeito se comprometeu a ceder um terreno, na Vila Clementino, à Apae. É onde a entidade está até os dias de hoje.</p>
<p><a href='http://veja.abril.com.br/vejasp/080306/filantropia.html' target='_blank'>>>As entidades paulistanas que vivem de doações (e saiba como ajudá-las)</a>  <br />
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<h1>Hospital do Servidor Público Estadual</h1>
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  A inauguração do Hospital do Servidor Público Estadual, em 9 de julho de 1961, reuniu uma série de personalidades. Participaram da festa o então presidente Jânio Quadros, que renunciaria ao cargo no mês seguinte, o governador de São Paulo, Carvalho Pinto, o governador da Guanabara, Carlos Lacerda, e o fundador do hospital, Francisco Morato de Oliveira. Considerado na época um dos mais bem equipados da cidade, ganharia em 1971 o anfiteatro Nemésio Bailão, que iria abrigar importantes conferências médicas até a década de 90, quando foi interditado devido a infiltrações. 
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<h1>Praia de paulista</h1>
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  Na década de 60, o Aeroporto de Congonhas era um espaço de lazer domingueiro. Famílias se amontoavam em um balcão no 2º andar, onde hoje há um restaurante, para observar o vaivém dos aviões (a foto é de 1962). “Vinha gente do outro lado da cidade só para ver as aeronaves”, conta o jornalista especializado em aviação Ernesto Klotzel, de 80 anos, que na época trabalhava como engenheiro de vôo no aeroporto. De tão lotada, a área ficou conhecida como “praia de paulista”. Inveja. “O apelido foi dado pelos cariocas”, diz Klotzel.<br />
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<h1>Dina Sfat e o elenco da peça O Filho do Cão <br />
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<p>Nascida no Alto da Lapa, a atriz Dina Sfat (1938-1989) começou sua carreira em 1962, quando integrou o Grupo de Teatro Amador do Centro Acadêmico da Escola de Engenharia da <a href='http://www.mackenzie.br/' target='_blank'>Universidade Mackenzie</a>. Profissionalmente, atuou em vinte peças teatrais, dezenove filmes e, na televisão, em dezesseis novelas. Na foto, Isabel Ribeiro, Juca de Oliveira, Dina Sfat e Ana Maria Cerqueira Leite divulgam a peça <em>O Filho do Cão</em>, encenada no Teatro de Arena e dirigida por Paulo José. Foi nesse trabalho, aliás, que Dina conheceu Paulo José, com quem viria a se casar e ter três filhas. </p>

<h1>Abertura dos Jogos Pan-Americanos de 1963<br />
</h1>
<p>Ao contrário da bilionária edição deste ano, os Jogos Pan-Americanos de 1963, sediados em São Paulo, foram bem modestos. Vieram apenas 1665 atletas — neste ano, foram 5662 no Rio — e, em vez de novos espaços esportivos, aproveitou-se a estrutura já existente na cidade. As disputas ocorreram no Pacaembu (na foto, a abertura do evento) e em clubes. Investimento mesmo, só na construção dos prédios da Vila Pan-Americana, na Cidade Universitária. Rebatizado de Crusp, o complexo existe até hoje e serve como conjunto residencial para alunos da Universidade de São Paulo.<br />
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<h1>Circolo Italiano de San Paolo</h1>
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  Em 1911, na casa dos irmãos Vincenzo e Lionello Berti, um grupo de amigos se reuniu para articular a criação de um clube. Nascia o Circolo Italiano San Paolo. A primeira sede, um sobrado da Rua Boa Vista, no centro, era pequena mas confortável o suficiente para a realização de bailes e festas. Em 1965 foi inaugurado o espaço que até hoje é utilizado pelos associados: os dois primeiros andares do Edifício Itália, na esquina das avenidas Ipiranga e São Luís (a foto, de 1963, mostra sua construção).
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<h1>Randal Juliano<br />
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<p>Em 1944, aos 19 anos, Randal Juliano começou sua carreira na rádio Pan-Americana (atual <a href='http://www.jovempanfm.com.br/frame.php?page=http://www.jovempanfm.com.br/index.html' target='_blank'>Jovem Pan</a>). Apresentou um noticiário e narrou radionovelas. Um ano depois, transferiu-se para a Record. Ali, entre outras funções, animou programas de auditório. Na década de 60, já na <a href='http://www.rederecord.com.br/home.asp' target='_blank'>TV Record</a>, fez sucesso com o programa A<em>stros do Disco</em>. Juliano também mostrava os lances da rodada no esportivo <em>O Melhor do Jogo</em> e agradava à criançada com o infantil <em>Ping Pong</em>, como mostra a foto, de 1963. Ele ainda trabalhou na <a href='http://www.radio.usp.br/' target='_blank'>rádio USP</a> e nas TVs <a href='http://www.tvgazeta.com.br/' target='_blank'>Gazeta</a> e <a href='http://www.tvcultura.com.br/' target='_blank'>Cultura</a>. Longe dos microfones há mais de dez anos, o radialista morreu no dia 10 de julho de 2006.<br />
  <a href='http://vejasaopaulo.abril.com.br/materias/m0132732.html' target='_blank'><br />
>>Conheça o Museu da Televisão</a><br />
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<h1>Sociedade Hípica Paulista</h1>
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  Em 1941, trinta anos após ser fundada na Aclimação, a <a href='http://www.sociedadehipicapaulista.com.br/' target='_blank'>Sociedade Hípica Paulista </a>mudou-se para o Brooklin Novo, endereço que ocupa até hoje. Com 5 600 metros quadrados, o picadeiro coberto ficou pronto mais de duas décadas depois. Na foto acima, que mostra a solenidade de inauguração, em 13 de março de 1965, o então presidente do clube, José Bonifácio Amorim, faz seu discurso. Ao lado, de cabeça baixa, está o emocionado Jayme Loureiro Filho, que presidira a Hípica por dois mandatos. A imagem integra o livro <em>O Hipismo Brasileiro</em>, de Renyldo Ferreira, da editora M10.<br />
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<h1>Cantores líricos de Madame Butterfly<br />
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<p>Em outubro de 1966, o Teatro Municipal apresentou a décima montagem paulistana de <em>Madame Butterfly</em>, de Puccini (na foto, seis dos cantores líricos da ópera). De lá para cá, o espetáculo esteve em cartaz outras oito temporadas na cidade – no total, foram 59 apresentações. De acordo com o crítico e professor de ópera da USP Sergio Casoy, <em>Madame Butterfly</em> só perde, em número de apresentações, para <em>A Casta Suzana</em>, que teve setenta récitas em uma única montagem, também em 1966. Essas são algumas das informações contidas no livro <em>Ópera em São Paulo</em> (Edusp), de Sergio Casoy.<br />
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<h1>Luta entre estudantes<br />
</h1>
<p>Com coquetéis molotov, bombas, rojões, pedras e tiros de revólver, a Rua Maria Antonia, na Vila Buarque, foi transformada em praça de guerra nos dias 2 e 3 de outubro de 1968. A batalha começou quando alunos da <a href='http://www.mackenzie.br/' target='_blank'>Universidade Mackenzie</a>, considerados de direita, jogaram ovos em estudantes da vizinha <a href='http://www.fflch.usp.br/' target='_blank'>Faculdade de Filosofia da USP</a>, militantes da esquerda, que faziam pedágio para arrecadar fundos para o movimento estudantil. Saldo: um estudante morto, dezenas de feridos e a transferência da faculdade de filosofia para a Cidade Universitária. O prédio passou a ser ocupado por outros órgãos públicos. Devolvido à USP, o edifício principal foi reaberto somente em 1993, rebatizado de <a href='http://www.usp.br/mariantonia/' target='_blank'>Centro Universitário Maria Antonia</a>. Ali há espaço para mostras, salas de aula e auditório.<br />
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<h1>FEA-USP</h1>
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  Em 1946 a Universidade de São Paulo criou a Faculdade de Ciências Econômicas e Administrativas, atual Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (<a href='http://www.erudito.fea.usp.br/portalfea/' target='_blank'>FEA</a>). Nesta foto de 1969 o economista José Francisco Camargo (no destaque), então diretor, vistoria o início das obras de construção do novo prédio. A faculdade, que funcionava na Rua Doutor Vila Nova, na Vila Buarque, seria instalada na Cidade Universitária em 1971, depois do conflito entre os estudantes da USP e os da vizinha Universidade Mackenzie, três anos antes. Foi o governador Abreu Sodré quem determinou a mudança de endereço para evitar novos confrontos. 
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<h1>Ao Rei dos Violões<br />
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<p>Fundada em 1954 por Abel Gomes Tonante, a fábrica Ao Rei dos Violões funcionou durante oito anos na Rua Gomes Freire, na Lapa. Quando seu irmão Samuel aderiu ao negócio, transferiu-se para a Rua Coronel Bento Bicudo, no Piqueri. A foto foi tirada com uma lente grande-angular no segundo endereço, nos anos 60. Mostra o interior da fábrica, com os violões pendurados no teto para a secagem do verniz — o processo que leva doze horas a cada demão. Desde 1974 a empresa está instalada na cidade de Itupeva. O “ao” foi abolido, simplificando o nome para Rei dos Violões.<br />
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<h1>Sérgio Ricardo<br />
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<p>Um dos momentos mais impactantes dos festivais de MPB foi protagonizado pelo cantor e compositor Sérgio Ricardo. Em outubro de 1967 ele não conseguiu apresentar a sua Beto Bom de Bola na final do Festival da Record, ocorrida no antigo Teatro Paramount, na Avenida Brigadeiro Luís Antônio – onde hoje funciona o Teatro Abril. 'Todas as músicas que não tinham uma mensagem política eram malvistas pelo público', comenta o crítico musical Zuza Homem de Mello. Irritado com a ensurdecedora vaia, Sérgio Ricardo quebrou o violão em um pedestal e o arremessou à platéia.<br />
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<h1>Fábrica de Roupas Seiki<br />
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<p>Em 1964, parte da família Han deixou a Coréia do Sul e veio para São Paulo. No início, Woo Nam Han e Shun Kyo Han tiveram uma mercearia no Tatuapé. Resolveram mudar de ramo em 1969, quando abriram a fábrica de roupas Seiki, na Liberdade (foto). 'Meus avós produziam as peças e repassavam para que comerciantes as vendessem de porta em porta', conta a neta dos fundadores, Cristina Han. O negócio deu certo. Hoje a marca, cuja sede se mudou para o Brás em 1982, conta com seis lojas próprias e abastece cerca de 2 000 pontos-de-venda no país.<br />
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<h1>Nossas Eternas Imagens<br />
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<p>O ano de 1968 marcou a história pelas rebeliões estudantis da França, no mês de maio, que desencadearam protestos em todo o mundo. No Brasil, que vivia sob o regime militar, ocorreram conflitos semelhantes. A imagem acima retrata uma dessas manifestações, na Praça da Sé, que serviram como um dos pretextos para o então presidente, o marechal Arthur da Costa e Silva, decretar o Ato Institucional nº 5, o AI-5, no mesmo ano.<br />
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<h1>Takatomo Hachinohe<br />
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<p>Atribui-se ao extinto restaurante Hamazushi, aberto na Liberdade no início dos anos 60 por Tsuneichi Nakatsugawa, o primeiro balcão da cidade voltado ao preparo do sushi moldado a mão, o niguiri. O sushiman era Takatomo Hachinohe (no destaque), que comandaria mais tarde o Komazushi, também fechado. Curiosidades assim são contadas por Arnaldo Lorençato, editor de gastronomia de Veja São Paulo, no capítulo de apresentação do livro Moderna Cozinha Japonesa (Senac, 384 páginas, R$ 65,00), da pesquisadora holandesa Katarzyna Cwiertka. A obra descreve como o Japão recebeu e adaptou influências gastronômicas estrangeiras.<br />
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<h1>Clube A Hebraica<br />
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<p>Nesta foto do início da década de 60, para onde olha o então governador Carvalho Pinto (1910-1987)? Para o trampolim, vedete da inauguração da piscina social do clube A Hebraica, no Jardim Paulistano, que completava dez anos. A prancha para saltos seria banida mais tarde, mas o parque aquático não parou de evoluir. Principal das sete piscinas, a olímpica acaba de ser reaberta a seus 23.000 freqüentadores. Ganhou aquecimento solar e tratamento de água por ozônio. 'Com as instalações modernas, economizamos energia e cloro', diz Peter Weiss, presidente do clube.
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