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Uma seleção de exposições, shows, espetáculos de teatro e de dança. Todos prestes a sair de cartaz
TEATRO
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O musical já visto em 2002 volta com elenco e produção renovados. No palco estão quarenta atores e uma orquestra de vinte instrumentistas sob a direção musical de Miguel Briamonte. Na reta final da temporada, Ricardo Vieira e Saulo Vasconcelos (o intérprete da montagem anterior) revezam-se no papel do príncipe transformado na horrenda Fera - Ricardo apresenta-se às quartas à noite e aos sábados e domingos à tarde; Saulo de quinta a domingo à noite. Para livrar-se do feitiço, ele deve conquistar o coração de uma mulher sem a ajuda de sua riqueza. É aí que entra Bela (Lissah Martins), a mocinha já comprometida com Gaston (Murilo Trajano).
Teatro Abril (1.527 lugares). Avenida Brigadeiro Luís Antônio, 411, Bela Vista, 2846-6060. Quarta a sexta, 21h; sábado, 17h e 21h; domingo, 16h e 20h. R$ 70,00 a R$ 220,00 (seg., qui. e dom., às 20h); R$ 80,00 (qua.); R$ 90,00 a R$ 240,00 (sex., sáb. e dom., às 16h). Bilheteria: 12h/20h (seg. e ter.); a partir das 12h (qua. a dom.). Cc: D, M e V. Cd: R e V. TM. www.teatroabril.com.br. Até domingo (8).
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O diretor e dramaturgo volta a evocar Cacilda Becker (1921-1969) depois do grandioso espetáculo de 1998. Desta vez, Anna Guilhermina, Luiza Lemmertz, Ana Abbot e Juliane Elting interpretam a dama do teatro brasileiro. Entre memórias e personagens inesquecíveis, a trajetória de Cacilda é repassada com um elenco formado por 31 pessoas.
Teatro Oficina (350 lugares). Rua Jaceguai, 520, centro, 3106-2818. Sábado e domingo, 18h. R$ 40,00. Bilheteria: a partir das 16h (sáb. e dom.). Até domingo (15).
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Em 2004, o dramaturgo pernambucano foi revelado graças a essa poética história de amor. No sertão nordestino, dois lavradores sentem o peso do preconceito e são obrigados a fugir. Com domínio de cena e sob a minimalista direção de Marcio Aurelio, João Carlos Andreazza e Paulo Marcello se revezam como narradores e personagens. Decifrada no surpreendente final, a causa de tamanha intolerância instiga o público.
Teatro Commune (73 lugares). Rua da Consolação, 1218, Consolação, 3476-0792. Sábado e domingo, 21h. R$ 30,00 (dom.) e R$ 40,00 (sáb.). Bilheteria: 14h30/21h30 (qua. a sex.); a partir das 14h (sáb. e dom.). Até domingo (15).
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CRIANÇAS
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Inspiradas nas viagens Brasil adentro de Heitor Villa-Lobos (1887-1959), as afinadas atrizes da Companhia Lúdicos imaginam um suposto sonho infantil do compositor. Nele, o menino Villa-Lobos visita a Amazônia e as regiões Nordeste, Sul e Sudeste para mostrar como adquiriu os elementos de sua musicalidade. Com o clima de improviso do teatro de rua, as afiadas rimas do texto de Evill Rebouças, aliadas à coreografia de Luanda Eliza, dão ritmo às sete meninas do elenco.
Convivência do Sesc Consolação (100 lugares). Rua Doutor Vila Nova, 245, Consolação, 3234-3000. Sábado, 15h. Grátis. Até dia 28. Reestreia prometida para sábado (7).
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FOTOGRAFIA
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Colaborador de revistas como New Yorker e Vanity Fair, o canadense é tema de uma retrospectiva com 39 fotos. As impactantes imagens registram cenários de destruição e decadência — tanto as causadas por fenômenos naturais quanto por degradação política e social.
Museu da Casa Brasileira. Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2705, 3032-3727. Terça a domingo e feriados, 10h às 18h. R$ 4,00. Grátis aos domingos. Até dia 12. Fecha excepcionalmente na segunda (2).
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EXPOSIÇÕES
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Parte do valioso acervo do Museu Russo de São Petersburgo, centrada nos vanguardistas da virada do século XIX para o XX, está reunida na cidade, em um total de 123 obras. Apesar de toda a repressão política do regime comunista, aquela geração nos legou uma produção brilhante. . Entre os gênios contemplados pela coletiva estão Wassily Kandinsky (1866-1944), um dos precursores do abstracionismo, e Kasimir Malevich (1878-1935) o principal homenageado da exposição.
Centro Cultural Banco do Brasil. Rua Álvares Penteado, 112, centro, Tel.: 3113-3651, E Sé.Terça a domingo e feriados, 10h às 20h. Grátis. Até 15 de novembro
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